O que fazemos

Partindo da máxima que todas as crianças têm direito a uma família, sendo o ambiente institucional um mal necessário, um ponto de viragem no seu regresso à família, biológica ou de adopção, continuámos a centrar os nossos esforços na qualidade dos serviços prestados às crianças, a par do acompanhamento dos seus processos de promoção e protecção.

A Casa da Criança funciona 24/24 horas, ao longo de todos os meses do ano, sábados, domingos e feriados pelo que implica a existência de um quadro de pessoal permanente que é constituído por:
» Técnicos superiores - Assistente Social, Psicóloga e Educadora de Infância, que pautam o seu trabalho em estreita colaboração com a Segurança Social, Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco e Tribunais.
» Técnicos administrativos, que realizam tarefas de administração da instituição, nas áreas dos recursos humanos, contabilidade e logística.
» Auxiliares de educação, auxiliares de limpeza, cozinheira e vigilantes nocturnos, imprescindíveis para o regular funcionamento da casa.

O nosso modelo de funcionamento, adopta também o voluntariado como um contributo relevante para o bom funcionamento da casa, tendo em conta os diversos perfis e experiências dos voluntarios. É uma actividade traduzida numa relação solidária, de forma livre, mas legal e necessariamente organizada. As principais áreas em que o voluntariado presta serviços são: berçário, creche, tarefas de apoio à casa, terapias e piscina.

Estamos conscientes que o meio institucional não é o meio mais adequado ao crescimento das crianças, no entanto tentamos imprimir uma maior qualidade no que fazemos, trabalhando a organização da casa, através do profissionalismo das funcionárias e da solidariedade dos voluntários. Procuramos fomentar um conjunto de actividades com vista a dar resposta às necessidades das crianças - promoção do desenvolvimento pessoal, social, educacional e afectivo, permitindo o estímulo de competências e a elevação da auto-estima. Nunca esquecemos que o princípio fundamental no acolhimento são os afectos e o que temos no colo, não é um caso ou um processo, é a simples mas também complexa vida de uma criança.

Desde que abrimos em Fevereiro de 2005, já acolhemos 130 crianças que foram encaminhadas para a adopção ou regressaram à sua família biológica.

Esta é a tarefa primordial da associação de apoio à criança, na qual nos empenhamos profundamente, sem pretender introduzir novas valências ou dedicar-nos a actividades que afastem a associação do seu grande objectivo – o de construir um futuro feliz para as crianças que nos são confiadas.


 
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